segunda-feira, 15 de abril de 2013

Quem é Augusto Barros, o candidato da Mudança à Junta de Tomar?

Foto Vidal Bizarro

Tem atualmente 66 anos e nasceu em Carvalhos de Figueiredo;

É casado há 48 anos, tendo 2 filhos e 2 netos;

Frequentou a antiga Escola Industrial e Comercial de Tomar, hoje Escola Jacome Ratton;

Trabalhou durante 40 anos nas empresas Ruarcos e Marante;

Está desde 1980 ligado à vida autárquica, onde entrou como vogal para a Junta de Freguesia de São João Baptista, sempre como independente, tendo sido eleito em 2009, Presidente da respetiva Junta de Freguesia;

Foi fundador da Associação Cultural e Recreativa de Carvalhos de Figueiredo, onde exerceu, entre outras, as funções de Presidente da sua Direção;
 
Da sua participação cívica, destaca-se o empenho e voluntariado em mais de uma dezena de Festas dos Tabuleiros;
 
Atualmente é Presidente da Junta de Freguesia de S.João Baptista e é o candidato independente, nas listas do PS, a Presidente da Junta de Freguesia de Tomar, que resulta da agregagação das Freguesias de Santa Maria dos Olivais e de S.João Baptista.
 
 
*Newsletter de 14 de Abril da candidatura MUDANÇA, pode ser lida aqui

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Augusto Barros é o candidato do PS à Freguesia de Tomar

Foto Vidal Bizarro

Augusto Barros é o primeiro candidato a uma junta de freguesia a ser anunciado pelo PS, não apenas pela importância simbólica desta nova freguesia da cidade que corresponde a cerca de metade da população nabantina, mas porque o autarca se torna sinal concreto da grande abertura e disponibilidade de trabalho com novos cidadãos e diferentes ideias em prol do bem maior e comum: Tomar e os tomarenses.

Com larga experiência nas freguesias, no movimento associativo e no voluntariado, de onde se destaca a festa dos Tabuleiros, Augusto Barros assume esta candidatura como mais um desafio acreditando que Anabela Freitas enquanto presidente da Câmara Municipal de Tomar, tem todas as condições para imprimir a Mudança de que o concelho necessita, e que tanto os tomarenses anseiam. Augusto Barros mantém a disponibilidade para servir os seus concidadãos, agora num espaço geográfico mais dilatado, consciente do aumento da responsabilidade mas seguro do sucesso deste novo desafio.

O autarca independente junta-se assim, determinado no empenho e convicto nos resultados, ao movimento de mudança que se entende profundamente necessário no concelho nabantino e que Anabela Freitas pretende imprimir ao Município de Tomar, consigo na liderança.

Aceitou este repto por partilhar das mesmas convicções de Anabela Freitas, na aposta forte nas pessoas e no apoio a estas, de que só trabalhando com todos e para todos é possível libertar o concelho de Tomar da estagnação para onde se viu remetido nas duas últimas décadas, devido a más opções politicas.

Augusto Barros terá assim oportunidade, como presidente independente, eleito nas listas do PS, de colocar em prática um saber de experiência feito, reforçando a colaboração e a partilha com os cidadãos e com a futura presidente de Câmara, Anabela Freitas, de modo que todos ganhem, para que no final o grande vencedor seja o concelho de Tomar.

 

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Regeneração urbana e mobilidade em debate

O deputado Rui Paulo Figueiredo, da Comissão Parlamentar de Economia e Obras Públicas, vem a Tomar no próximo dia 17 de abril, para debater a "Regeneração Urbana e a Mobilidade".
 
 
Este é um tema que, segundo Anabela Freitas, candidata do PS à Presidência da Câmara de Tomar, “tem de estar no topo das agendas autárquicas, na medida em que é o caminho adequado para a recuperação dos centros históricos, quer da cidade de Tomar, quer de algumas vilas e aldeias do concelho”. Anabela Freitas sublinha que “é necessário ter em conta não só a reformulação do QREN, mas também as novas propostas avançadas, neste sentido, pelo PS a nível nacional”.
 
 
O debate é aberto à população e está marcado para as 21:30 H na sede da Junta de Freguesia de Santa Maria dos Olivais.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

OBRAS DE MILHÕES, … HABITAÇÃO SOCIAL, TOSTÕES!


Infelizmente para Tomar, o Município tem conhecido um, triste, historial de obras de milhões mal planeadas no uso futuro de diversos equipamentos. Eis três exemplos que o demonstram:

não fosse já demasiado grave tudo o que envolve o milionário negócio do parque de estacionamento atrás da câmara, há ainda no seu terraço uma área destinada a instalar um café e esplanada… até hoje vazio e a degradar-se;

no Mouchão, depois dos milhões das obras do Programa Polis, há uma espécie de cabine que até hoje nunca se soube para que serviria e até hoje sem utilização, muito embora os sanitários sejam inexistentes;

já do outro lado do rio, junto ao parque infantil e zona desportiva, existiu durante muitos anos um café/restaurante que foi demolido. Ao invés do que se faz em qualquer concelho moderno, toda aquela zona ficou sem um espaço de cafetaria que pudesse servir de suporte aos cidadãos.

Estes exemplos, entre muitos outros que é possível observar no núcleo turístico do concelho de Tomar, demonstram total desperdício, mera casualidade, falta de rigor e capacidade, completa irresponsabilidade e ausência de planeamento.

Entretanto tardam obras de recuperação nas habitações sociais do Município, onde em dois anos da programada intervenção total em oito habitações, só houve (tostões) para iniciar a reparação de quatro. Isto sem falar em inúmeros telhados que precisam de ações de manutenção.
Anabela Freitas está atenta e pretende inverter esta ordem das opções.
 
Artigo completo, em www.pstomar.blogspot.com ou na newsletter deste Domingo (7 de Abril)

sábado, 6 de abril de 2013

Posicionar Tomar na liderança da estratégia regional do Turismo

Tomar foi recentemente palco de um conjunto de iniciativas de relevo, na área da cultura, onde ganha naturalmente destaque a reunião internacional da “Ordem dos Templários”, a qual deliberou instalar a sua sede virtual no nosso Castelo. A aposta no turismo cultural, como um dos vetores estratégicos de desenvolvimento do concelho de Tomar, tem o seu cerne no reconhecimento da especificidade única, que é o fato de Tomar ser o ponto de contacto entre religiões diferentes – as três religiões do livro, a cristã, a islâmica e a judaica.

Se a isto juntarmos a rede de caminhos de Santiago – percursos que os cristãos utilizaram a partir do século IX para seguir até Santiago de Compostela, na Galiza – e que aqui também terá tido um ponto de passagem e referência, durante parte da Idade Média, devido à existência da estrada Romana que ligava Olissipo a Bracara Augusta, mais razões temos para potenciar os elementos históricos quer de cariz religioso como mundano no contexto do turismo cultural. a bém.

A aposta nesta vertente impulsiona, certamente, o surgimento de outro tipo de comércio, serviços e indústrias, dando visibilidade ao concelho na sua totalidade, atendendo a que o mesmo tem um vasto património histórico e arquitetónico em toda a extensão, que terá que ser recuperado, aproveitado e publicitado, aproveitando inclusivamente projetos desenvolvidos pelo Instituto Politécnico. Neste campo e a partir desta riquíssima oferta pré-existente, em termos de património histórico, há que aumentar o fluxo de turistas, em articulação com diversos parques de campismo e facilitação da instalação de novas unidades hoteleiras.

Na minha perspetiva, enquanto candidata a Presidente de Câmara, apoiada pelo Partido Socialista, Tomar ao nível da oferta, tem dois fenómenos únicos, que urge valorizar. O convento de Cristo e a Festa dos Tabuleiros, daí que o PS tenha apresentado e desenvolvido, ao longo da última década, um conjunto de medidas a empreender pelo Município de Tomar, no sentido de valorizar a oferta pré – existente, entre as quais destaco as seguintes:

- Valorizar a atuação sobre o património material e imaterial do concelho, através da dinamização económica da Festa dos Tabuleiros, da Rota Arqueológica Romana do Concelho e dos Edifícios de valor Patrimonial Classificados no PDM, entre os quais o ex-Convento de Santa Iria;
 
- Repor, a nível de planos de ordenamento a possibilidade de criação em Tomar de Centros de Estágios Desportivos, Pousada de Juventude e Museu da Industria, onde o programa de musealização da intervenção na Levada pode atingir um nível emergente;

- No quadro das Competências do Município, garantir o retorno económico direto da acessibilidade ao Monumento Património Mundial – o convento de Cristo – fomentando e facilitando a realização de eventos que tirem partido da sua existência;

- Desenvolver os protocolos existentes com o Instituto Politécnico, na integração do saber existente para a valorização e intervenção do Município nas áreas da cultura, turismo, museus e património;

- Dar efetiva concretização, aos esforços já realizados para, em articulação com o Instituto Politécnico e o Convento de Cristo, a implementação e dinamização, em Tomar, de uma Escola de Artes e de um Centro de Estudos da Ordem dos Templários;

- Reformular o sistema de apoio ao associativismo, por forma a valorizar a capacidade endógena instalada no concelho, com especial incidência nas áreas do Teatro, Música, Expressão Corporal (Desportiva e Artística) actividades outdoor e etnografia;

Há que aproveitar a existência de potenciais centros de lazer no concelho, como as Barragens do Carril e do Castelo de Bode, o Rio Nabão, o Turismo Religioso e Cultural e ainda o Centro de Ensino Médio e Superior e os Polos de Formação Profissional que é premente valorizar.

Sendo um dos principais problemas do concelho a falta de emprego, há que implementar medidas facilitadoras da criação e expansão de empresas e ainda de diversificação do tecido empresarial. Enquadra-se nesta linha de ação a via verde do investidor, onde também o turismo pode e deve assumir um importante papel na criação de empregos.

Crucial neste contexto é ainda a urgente garantia de acessibilidade a todos os monumentos e espaços visitáveis já existentes e a criação de novos atrativos, onde a concretização de um espaço para exposição permanente de parte da coleção de brinquedos que se encontra protocolada com o Município desde 2009, devidamente acompanhada sob o ponto de vista científico por entidade idónea de âmbito universitário, ou a feitura de um bom projeto de musealização para a Levada, em que o mesmo nível de exigência científica, se torna indispensável. Ilógico e prejudicial é continuarmos a assistir ao encerramento dos monumentos, à ausência de acompanhamento e atenção devida aos eventos desenvolvidos no nosso concelho, sejam eles culturais ou desportivos. Deverá de igual modo proceder-se a uma integração de novos conceitos de pequena hotelaria e do turismo gourmet de modo a poder corresponder às exigências de diferentes públicos!

Há futuro para Tomar e com a Mudança que desejo protagonizar, creio poder mobilizar o que temos de melhor, para colocar Tomar também na liderança regional do Turismo.

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Promoção de Tomar, um desafio


Na inauguração da exposição "É preciso ter lata",
em Cem Soldos (Foto Vidal Bizarro)


Anabela Freitas participou na última semana em diversas manifestações de valor cultural, recreativo e desportivo, as quais, de uma forma singular ajudam a projetar o nome de Tomar e a sua capacidade produtiva, no espaço regional e internacional.
 
  

No Aniversário da Gualdim-Pais
(Foto Vidal Bizarro)

A Candidata considera essencial que numa época de elevada carência de procura turística, todos os monumentos e museus da Cidade deviam ter estado permanentemente abertos, o que não aconteceu. A par da “indústria” educativa e cultural, o turismo é pois, no momento presente, a atividade com maior potencial de desenvolvimento no Concelho de Tomar.
 

 
 
No V Torneio Internacional de Hoquei,
do Sporting de Tomar

Anabela Freitas salienta que apesar da realização de um torneio internacional de âmbito desportivo, foi notória a ausência dos responsáveis da Câmara Municipal, facto que se tornou quase habitual. Ainda que marcassem presença equipas oriundas do Norte e do Sul do País, bem como de Espanha, só os Presidentes das Juntas da Cidade e um vereador da oposição estiveram presentes na entrega dos prémios. Tendo também o Desporto um expressivo impacto na promoção do nosso Concelho, a candidata a Presidente da Câmara Municipal considera que o Município deve aproveitar estes eventos para projetar o nome de Tomar aquém e além-fronteiras, através do apoio às comitivas bem como da entrega de kits promocionais aos desportistas, dirigentes e acompanhantes.




Visita ao Campo Jovem, nos Ganados


NO REFORÇO DO PODER DE INICIATIVA LOCAL


 
Anabela Freitas tem defendido a construção de uma Cidade Criativa, apostando nas parcerias, fomentando a iniciativa cultural e turística empreendedora local. Em visita à exposição  “É preciso ter lata”, em Cem Soldos ou no Campo Jovem, nos Ganados, foi possível constatar que esse futuro já está a ser construído e, não só na cidade, ele se impõe como referência.

 

 

quarta-feira, 27 de março de 2013

Apostar no poder de iniciativa do Concelho

Foto Vidal Bizarro
Anabela Freitas tem levado a efeito um conjunto de visitas e reuniões de vária ordem tanto na cidade como no espaço rural, numa postura de auscultação e diálogo com os mais diversos atores da comunidade.

Valorizando a auscultação das pessoas e o conhecimento do concelho com base da realidade, este conjunto de conversas com dirigentes e outros cidadãos em instituições de fins e propósitos vários, seja no âmbito empresarial, social ou associativo, dando prossecução ao trabalho, que durante 4 anos fez, enquanto Diretora do Centro de Emprego de Tomar.

Importantes estes contactos por essa necessária atualização da realidade, mas também por contraponto ao que tem acontecido em Tomar nos últimos largos anos. Durante 16 anos, quem gere a Câmara tem governado quase sempre com desconhecimento, em desacordo, ou assumidamente contra as pessoas, as empresas e as associações. E têm-no feito, essencialmente, sem cuidar de também dialogar, com o NERSANT ou com os Concelhos vizinhos.


Reunião de auscultação no Lar de S.José (CAST)
Conhecer, respeitar, valorizar, para depois colocar em comum, coordenar, priorizar, definir e construir com base no conhecimento, são os valores que norteiam este trabalho de auscultação da comunidade tomarense, e que vai continuar com vigor durante os próximos meses.

Apostar no poder de iniciativa das pessoas e das instituições, valorizando o seu papel no desenvolvimento do Concelho.

sexta-feira, 22 de março de 2013

Entrevista ao Jornal "O Templário"

Anabela Freitas, candidata apoiada pelo PS à Câmara de Tomar

Ouvir e decidir ‘Os outros candidatos são velhas soluções para novos problemas’


Anabela Freitas, 46 anos de idade, técnica de emprego do IEFP, a exercer funções no Serviço de Formação Profissional de Tomar, no âmbito da sua formação base em recursos humanos terminada no Instituto Politécnico de Tomar, está a fazer o mestrado em Gestão de Recursos Humanos, no Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG), faltando entregar e defender a tese. Tem um filho com 10 anos, e foi deputada à Assembleia da República, eleita pelo Círculo Eleitoral de Santarém, entre 2009 e 2011, tendo já em 2012 retomado essas funções, em regime de substituição, por um mês. É a candidata à presidência da Câmara apoiada pelo Partido Socialista, nas próximas eleições autárquicas. Esta semana é a nossa entrevistada.

Quais os motivos que a levaram a candidatar-se à presidência da Câmara de Tomar?
Nasci em Tomar, cresci, estudei, vivi e vivo em Tomar, hoje, considero que o nosso concelho está muito mal, quer em termos de gestão municipal, quer em termos de vivência. Temos uma cidade lindíssima, um concelho cheio de potencial e não conseguimos tirar partido disso. Considero que houve um conjunto de decisões erradas, de modelos de desenvolvimento errados, que quase não passaram de obras ao acaso. Não houve um fio condutor, não houve, nem há uma estratégia que possamos dizer estamos a fazer isto para que daqui a 10 ou 20 anos, o Concelho esteja desta ou daquela forma.

 
O facto de ser mulher não é um handicap num concelho conservador como o de Tomar?
Eu acho que o eleitorado é algo conservador, mas também acho que o eleitorado pensa outra coisa: muitas das decisões que são tomadas, têm falta de bom senso. E conto com o bom senso, característica eminentemente feminina, para guiar a minha futura acção como Presidente da Câmara.

Independentemente de quem vencer as eleições, a gestão autárquica será nos próximos anos, devido à situação económica do país, muito limitada. Qual a sua opinião?

A autarquia está numa situação financeira complicada, e portanto não vou prometer aquilo que não posso fazer. Entendo que em muitas das decisões é necessário sentarmo-nos todos à mesa e conversarmos. É fundamental a criação de pontes e redes. Assumo que essa será uma mudança real que operarei na gestão municipal.



O que é que a Anabela Freitas tem, que a diferencia dos outros candidatos?

Devemos procurar os aspetos positivos, as posições que nos fazem gerar consensos. E eu considero que tenho essa capacidade de conseguir gerar consensos. Tomar precisa de começar a trabalhar em parceria, aproveitar o que de melhor tem cada instituição, associação, coletividade. Também entendo que sendo eu tomarense, nasci, cresci e vivi em Tomar, chegou a hora de querer retribuir, tudo aquilo que a terra me deu.


A sua capacidade de gerir consensos é a sua mais-valia em relação aos outros candidatos?
As minhas mais-valias são essencialmente duas: capacidade de gerar consensos e a de criar pontes. E em segundo lugar, considero que os outros candidatos são velhas soluções para novos problemas. O modelo de gestão das Câmaras dos últimos 25 anos, não pode ser o modelo para os próximos 10. Tudo tem de ser diferente, a começar pela atitude dos gestores públicos. O atual presidente de câmara e recandidato do PSD, já está na autarquia, há 16 anos, e por isso já teve muito tempo de fazer alguma coisa por Tomar, numa altura em que o tempo era de vacas gordas. Agora, passou o seu tempo.


Se ganhar as eleições autárquicas, quais serão as primeiras medidas que vai implementar?
Defendo que se tem que atuar a três níveis: nível interno, a autarquia precisa de uma grande volta internamente. Considero que a autarquia está voltada para si própria e não está focalizada para fora, para o serviço aos munícipes. É urgente a busca de investimento. Como? Temos que criar um pacote atrativo. Precisamos de “vender” Tomar em pacote. Alterar o regulamento da zona industrial, passar de zona industrial a parque empresarial e atualizar o regulamento para a instalação de empresas que existe. Temos que fazer mais parcerias com o Instituto Politécnico, desenvolvendo as já existentes. Existe um polo de ensino superior em Tomar, e isso é uma mais-valia para se puder vender lá para fora a marca de Tomar. Ao mesmo tempo, temos que acarinhar as empresas que estão cá. Muitas delas têm em curso processos de licenciamento há anos, quer seja licenciamento de atividades ou novas instalações. O terceiro nível em que devemos atuar, é a nível externo, com o posicionamento de Tomar na região do Médio-Tejo. Todos sabemos que temos vindo a perder terreno. Outra das áreas prioritárias é a questão social. Nós estamos perante novos casos de pobreza, de pessoas que tinham vidas perfeitamente organizadas, e que agora porque um dos membros ficou desempregado, ou até os dois, se vêem em situações complicadíssimas. E é preciso aqui encontrar novas respostas.
 

Tem algum projeto que vá fazer de bandeira na campanha eleitoral?
Eu adorava poder construir um mercado novo, mas eu sei que não tenho há neste momento dinheiro para o fazer. Na minha perspetiva o que, é necessário é a atração de investimento, e aí não podemos ser esquisitos, em tempo de guerra não se limpam armas, e todo o investimento que venha para Tomar, é bem-vindo. Só com o aumento da criação de postos de trabalho em Tomar, conseguiremos fazer obras de fundo, quer sejam as do mercado, quer sejam outras quaisquer. Este não é o tempo de promessas de obras, mas sim o da aposta nas pessoas e nas suas vidas. Para essa mudança, contem comigo.


Dentro do Partido Socialista a sua candidatura é pacífica? Dentro do Partido Socialista a candidatura foi pacífica. Pouco antes de eu ser indigitada para candidata, o partido alterou os seus estatutos e nós tivemos que aplicá-los. Fui a única a apresentar-me e tive a unanimidade dos que puderam e quiseram participar.


O que é pode adiantar sobre os nomes da lista, para além do seu?
Quando me candidatei, disse várias vezes, e fui clara dentro do partido: o PS lidera o processo, mas isso não quer dizer que a candidatura seja só apoiada pelo PS ou por socialistas. Entendo que da mesma maneira que os problemas só se resolvem em rede, defendo que devemos ir buscar a Tomar o que ela tem de bom. Defendo que as listas não podem ficar fechadas a um único pensamento ou matriz ideológica. Quando em 1976 o PS candidatou o independente Luis Bonet, fê-lo por serviço a Tomar e quando em 1989 o voltou a fazer, com o independente Pedro Marques, fê-lo na convicção de que os socialistas em Tomar são muitos, mas não os suficientes para conquistar a Câmara.


Quer dizer que vão incluir nas listas independentes?

Eu defendo que sim. Até porque se tal não acontecesse o meu discurso seria incoerente. Defendo a maior abertura possível a todos que sejam uma mais-valia na vida autárquica.


Caso ganhe o PS, está aberta a coligações?

Eu estou sempre aberta a tudo. No dia em que fui indigitada como candidata a Presidente da Câmara de Tomar, apoiada pelo PS, disse que iria falar com todas as forças políticas. Dada a situação de emergência que o Concelho vive, face à má gestão de 16 anos do PSD, fomos compreendidos por algumas forças políticas, se bem que por via das suas estruturas nacionais não puderam aceitar um compromisso mais formal, mas eu mantenho abertura para tudo. Considero fundamental que arranjemos uma equipa, onde as pessoas se revejam, e que sintam que “estes vão mesmo trabalhar”.


Qual a sua principal crítica sobre o negativismo que se abateu sobre Tomar?

O negativismo tem sobretudo a ver com o fato de não existir nem visão, nem estratégia. Os tomarenses não vislumbram a “luz ao fundo do túnel”. Na realidade não temos conseguido captar financiamento, criar postos de trabalho, enfim fazer o nosso concelho funcionar e brilhar, como no passado.

 
Mas esse é um problema que também assola o país?!

O problema não é só de âmbito nacional. Qualquer empresa que se quer instalar num concelho, é normalmente recebida de braços abertos. Eu pergunto, por que razão, é que aqui em Tomar, estão meses há espera para serem recebidos? Tivemos empresas que se quiseram instalar, e depois foram instalar-se para o concelho vizinho de Ferreira do Zêzere. Temos que criar alguns incentivos. Também as candidaturas a financiamentos públicos, nacionais e da União Europeia, têm de ser muito bem estudados, discutidos publicamente, para sejam efetivamente estruturantes e envolvam todos os seus agentes executores. O que está a ser realizado, com o apoio do QREN em Tomar, não teve qualquer discussão pública e foi unilateralmente imposto por quem governa a Câmara. Para mim, mudança não é apenas uma palavra, mas sim uma linha de atuação.

 
Qual a sua opinião sobre os aspetos culturais de Tomar, têm sido bem aproveitados? Eu concordo que um dos pilares de desenvolvimento do nosso concelho seja o turismo. Nós somos o concelho do distrito com o maior número de associações, mas não temos sabido aproveitar devidamente isso. Nós temos o Convento de Cristo e vivemos de costas voltadas para esse vastíssimo património. O que é que adianta ter este património associativo, cultural, ambiental e monumental se não o publicito? Tudo o que é marketing para mim não é considerado um custo, mas sim um investimento. Temos que saber “vender”. Por exemplo, em Fátima não temos um único outdoor, ou outro qualquer suporte, a publicitar a importância de Tomar, ou a sua proximidade. Temos que criar roteiros pela nossa cidade, pelo nosso concelho de forma, a que as pessoas fiquem cá dois, três dias pelo menos


domingo, 17 de março de 2013

Tomar precisa de liderança

António Rodrigues, Anabela Freitas e Salomé Rafael
Realizou-se no último sábado no salão da Acitofeba em Tomar, uma sessão de debate em torno da carta autárquica do Partido Socialista moderada por Anabela Freitas, candidata a presidente da Câmara de Tomar. Contando, na abertura, com o ex-deputado João Sequeira, do Secretariado distrital e no encerramento o Presidente da Câmara de Torres Novas, também coordenador da Carta autárquica distrital, António Rodrigues.

A sessão teve como principal intuito ouvir contributos de outros atores da sociedade, para a elaboração de uma Carta Autárquica a ser seguida por todos os candidatos do PS no distrito, tendo como principais intervenientes, Salomé Rafael, Presidente do NERSANT, Luis Ferreira, produtor cultural, ligado à concepção do Festival Bons Sons e André Escórcio Soares, docente no Politécnico de Tomar e activista de voluntariado.


André Escórcio Soares, João Sequeira, Anabela Freitas, Salomé Rafael e Luis Ferreira
A primeira oradora, Salomé Rafael, presidente do Nersant, elencou um conjunto de casos de sucesso na área empresarial que mostram uma clara evolução positiva em áreas e nichos de sucesso, por exemplo ligadas ao setor agropecuário e do turismo, e atestam o dinamismo e múltiplas virtudes da região, na valorização da marca RIBATEJO, ainda que especificamente em Tomar o cenário seja mais desolador.
Sublinhou a relevância do dinamismo e da inovação, bem como das parcerias, quer entre os empresários, quer entre estes e as instituições de ensino superior, destacando o relevo, para a região do Médio Tejo, da existência do Instituto Politécnico de Tomar (IPT), e naturalmente, da grande importância das autarquias enquanto parceiros ativos, facilitadores e coordenadores da estratégia e eficácia dos seus concelhos, destacando ainda a aptidão dos autarcas para a mediação e liderança, sem as quais os respetivos concelhos não serão capazes de progredir ou sequer enfrentar as dificuldades presentes.

Luis Ferreira, produtor cultural e dirigente associativo, particularmente conhecido em Tomar pela organização do Festival Bons Sons, aludiu no essencial à experiência da realização desse evento, partilhando a visão para a virtude de ter na cultura, no associativismo e na produção de eventos, instrumentos capazes de criar robustez económica e valia turística. Frisou ainda a quase sempre ignorada distinção entre o custo de um evento e o seu valor enquanto ativador ou não, para uma ideia maior de certa prática que se quer consolidar, como por exemplo uma estratégia concelhia, ou perícia de atrair atenções e investimentos para outros projetos.
André Escórcio Soares, docente do IPT e dirigente associativo na área do voluntariado, focou que é preciso um trabalho conjunto entre empresas, autarquias e instituições académicas para introduzir valor nos produtos e eventos, bem como talento para atrair e fixar população no sentido, do que deve ser o fim essencial das instituições públicas na sociedade, da melhoria da qualidade de vida dos cidadãos. Para isso invocou a ideia das modernas cidades criativas, para as quais são essenciais três pilares: tecnologia, tolerância e talento.


António Rodrigues e Anabela Freitas

Após a intervenção do público e animado debate, António Rodrigues, presidente da Câmara de Torres Novas, deu algumas pistas para os desafios que se colocarão aos futuros autarcas, especialmente devido à austeridade e também às linhas diretoras do novo quadro comunitário de apoio, viradas para o combate à pobreza e exclusão social, o empreendedorismo e criação de emprego, a tecnologia, a cultura, sempre com o denominador comum de uma estratégia de desenvolvimento sustentável. Ou seja, o fim do primado ao betão para se centrar na formação do cidadão. Sublinhando a necessidade dos autarcas apostarem no diálogo e trabalho conjunto no seio das comunidades intermunicipais, dado que será aí que a maioria das decisões será tomada, nos próximos anos.

Lamentou ainda as perdas de Tomar a vários níveis, dizendo que tal é mau também para a região. O que considerou inexplicável ainda mais quando Tomar tem todos os requisitos, do património à capacidade instalada, e uma grande joia – o Instituto Politécnico – questionando mesmo se o concelho não estaria pior caso não tivesse ensino superior, recordando ter havido em Tomar um presidente (referia-se a António Paiva) que não queria empresas, o que ele e Torres Novas muito agradeceram, durante os últimos 15 anos. Por fim desejou a mudança para Tomar com a vitória de Anabela Freitas, por ser bom para o concelho e região, resumindo que os problemas nabantinos se têm concentrado sobretudo na falta de uma liderança capaz.

 
Anabela Freitas e Salomé Rafael

Anabela Freitas sintetizou e reforçou algumas das intervenções acrescendo a sua visão para o concelho e região. Referiu que para enfrentar as dificuldades, particularmente as económicas, é necessária liderança e capacidade de diálogo, e essencial valorizar os aspetos positivos da comunidade, ouvindo e apostando nas pessoas que são a primeira mais-valia, revelando visão e sensatez para encarar e vencer as dificuldades que individual e coletivamente atravessamos.

domingo, 10 de março de 2013

Anabela Freitas acompanhou Maria de Belém a Ferreira do Zêzere

Maria de Belém e Anabela Freitas, em Ferreira do Zêzere
A presidente do PS, Maria de Belém, ex-Ministra da Saúde e atual deputada, esteve este Sábado, em Ferreira do Zêzere, num jantar de apresentação da candidatura do médico António Vicente Martins à Câmara Municipal daquele concelho vizinho.

Anabela Freitas, acompanhou a Presidente do PS, nesta deslocação à nossa região, procurando por um lado valorizar a forte amizade que une os tomarenses e os ferreirenses, quer o seu compromisso de trabalho com Maria de Belém, com quem exerceu, coincidindo, as funções de deputada à Assembleia da República, entre 2009 e 2011.
O posicionamento estratégico do nosso concelho, na sua forte relação com os concelhos vizinhos, ganham especial ênfase, num momento em que o Governo está a tentar esvaziar as competências dos Municípios em prol das comunidades intermunicipais, obrigando a estreitar cada vez mais as relações e o trabalho entre Municípios vizinhos. A presença da candidata a Presidente da Câmara de Tomar, acompanhando a presidente do PS, na apresentação da candidatura do seu homólogo de Ferreira do Zêzere, visou assim garantir que com a simultânea eleição nos dois concelhos, contará a população com um forte e empenhado trabalho conjunto de interligação entre as terras templárias de Tomar e Ferreira e o poder central.

sexta-feira, 1 de março de 2013

Anabela Freitas no dia da cidade


Anabela Freitas, acompanhada pelo
Prof. José Pereira, no dia 1 de março
A candidata a Presidente da Câmara Municipal de Tomar Anabela Freitas, na sua qualidade de deputada municipal, acompanhou com especial interesse – à imagem do que vem fazendo como cidadã em anos anteriores – as comemorações oficiais dos 853 anos do início da construção do Castelo Templário, em 1160, coincidente com o feriado Municipal no concelho.
 
Para quem vê a sua terra a definhar e os tomarenses a deixarem o seu berço, esta data deveria ser um momento de agradecimento aos que elevam o nome do concelho. A candidata considera nesse aspeto que seria o momento ideal para dar valor à memória, homenageando os Tomarenses que em cada ano se destacam em qualquer vertente, convergindo num dos pontos altos das cerimónias que se realizam anualmente. Fosse na cultura, nas artes, no desporto, no mundo empresarial, na investigação ou qualquer outra área da cidadania. Estivesse em causa uma pessoa individual ou uma organização, fazia justo sentido – e dignificaria o Concelho – que todos os anos, o Município pudesse, no dia da cidade, dar o seu público reconhecimento aos Tomarenses ilustres, que no fundo são também aqueles que dia a dia vivem e trabalham em prol dos outros.
 

Anabela Freitas, cumprimentando
dirigentes associativos presentes na cerimónia
Anabela Freitas considera, igualmente relevante, que nos dias de aniversário, se deveria potenciar ainda mais os usos e costumes locais, baseando as comemorações nas atividades das associações do Concelho, de certo modo a fomentando a solidariedade e colaboração, reforçando assim o seu conceito de parcerias e de redes que ajudasse à alteração de mentalidades, numa mudança de todos para todos e com todos.

A candidata, que acompanha com especial interesse todo o desenvolvimento associativo do Concelho, deseja de igual modo que os espaços do Município estejam prioritariamente vocacionados para o usufruto das associações, porque são estas no fundo que garantem, quase toda a atividade cultural, desportiva, recreativa e social em prol da população do Concelho, consituindo-se numa verdade rede de ação. Sublinha-se ainda Anabela Freitas, que não é preciso inventar nada, basta coordenar e acarinhar o que existe, dando o impulso para que a Mudança se verifique.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Promoção da economia local em abordagem no debate com José Junqueiro

A promoção dos produtos locais - aqui a doçaria tradicional Tomarense - foi também abordado no debate

Realizou-se mais uma iniciativa promovida por Anabela Freitas no âmbito da sua candidatura à presidência da câmara de Tomar, desta feita precisamente para discutir as políticas autárquicas.

O convidado para o debate foi José Junqueiro, ex-secretário de Estado da Administração Local, atual deputado e candidato à câmara de Viseu.

Com uma numerosa e participativa assistência, após as respetivas exposições iniciais, tanto Anabela Freitas como José Junqueiro foram unânimes em sublinhar que as circunstâncias sociais, económicas e políticas são diferentes, e como tal também as soluções de gestão das autarquias do futuro serão forçosamente distintas.

Os participantes, através de um conjunto diversificado de questões, obtiveram respostas dos oradores vinculativas das opiniões e soluções que ambos têm para assuntos como a dinamização e reabilitação urbana do centro histórico e núcleos urbanos nas aldeias do concelho, níveis de insegurança do concelho, eventual necessidade da criação de uma equipa de guardas-noturnos, modo de potenciar e aprofundar a ligação com o Instituto Politécnico de Tomar, a criação de parques empresariais especializados, entre vários outros temas, com especial destaque para a valorização dos produtos locais e a sua disponibilização num mercado municipal digno desse nome.

Muitas das soluções apontadas foram coincidentes, nomeadamente na necessidade de acompanhar a regeneração do tecido urbano das zonas históricas, da cidade e das aldeias do Concelho, as mais abandonadas, degradadas e isoladas, através de incentivos fiscais, com respeito pelo quadro de competência das autarquias. Foram ainda assinaladas no debate, o obrigatório reconhecimento da importância da existência de uma instituição de ensino superior no concelho e a urgência em criar soluções para responder àquela que é a maior preocupação dos cidadãos, o emprego.
Denominador comum foi o pacto “de não prometer o que não se pode”, mas fazer o “necessário para resolver os problemas dos cidadãos, empresas, instituições e associações e projetar o concelho num contexto regional e nacional ”. Essencial para obter resultados, pelo menos razoáveis, para todos é trabalhar em rede e com base em parceria, porque os tempos exigem uma Mudança para todos e com todos.
 
 

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

José Junqueiro em Tomar assume empenho no investimento nas autarquias


Anabela Freitas trouxe a Tomar o ex-Secretário de Estado da administração local, José Junqueiro, também candidato a Presidente da Câmara de Viseu

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Debate com Basílio Horta


O antigo Ministro e Presidente do Instituto do Comércio Externo português (AICEP), Basílio Horta, a convite da candidata a presidente da Câmara Municipal de Tomar e ex-diretora do Centro de Emprego local, Anabela Freitas, esteve em Tomar na passada sexta-feira. Perante um auditório repleto, ajudou a fazer luz sobre alguns dos caminhos e desafios que se colocam aos portugueses em geral e, com o contributo da candidata e da empenhada assistência, das hipóteses para Concelhos como o de Tomar em particular, num mundo cada vez mais globalizado.

Basílio Horta, atual vice-presidente do Grupo parlamentar do PS, para a área da economia, centrou a sua intervenção, não só no plano nacional dos desafios que as empresas enfrentam e dos apoios que têm disponíveis, mas também naquilo que as autarquias podem e devem fazer para criar emprego.




Tanto Basílio Horta, como Anabela Freitas, a candidata a presidente da Câmara de Tomar, que conta com o suporte dos socialistas, foram unânimes em considerar essencial o apoio às empresas já instaladas nos Concelhos.


Foto Nuno Ferreira
Para Anabela Freitas, esse apoio passa por escutar os empresários, promover licenciamentos céleres, ter uma política fiscal competitiva, dentro do quadro legal das competências das autarquias, mas também, em parceria com instituições do Concelho, conciliando com estes aspetos, a criação daquilo que foi definido como um “pacote atrativo para captação de novos investimentos” ou a “VIA VERDE DO INVESTIDOR”.

Basílio Horta, também ele candidato à presidência de uma autarquia em Setembro, neste caso a de Sintra, entende que deverão ser as autarquias a “vender” esse pacote como forma de atrair investimento.Ambos os candidatos consideraram ainda essencial, a criação de um gabinete de apoio ao investimento, com procedimentos claros, transparentes e céleres.

As questões colocadas pela assistência, centraram-se na atual política de privatizações, na sustentabilidade do sistema público de segurança social, e sobre o que deve fazer uma autarquia para se proteger de maus investimentos. Foi igualmente dada assinalável ênfase à perspectiva de valorizar o posicionamento estratégico de Tomar, aproveitando os novos mercados regionais abertos pelo IC9 para o litoral e pela A13 para Coimbra, bem como no aproveitamento da fileira agro florestal.

Basílio Horta quando questionado sobre a elevada taxa de desemprego nos jovens, e o que na sua opinião os mesmos devem fazer, respondeu que os jovens se devem revoltar, lutar.


 

Anabela Freitas, a ex-deputada que pretende reconquistar para os socialistas a autarquia que há 16 anos lhes foge, desde que o atual Ministro Relvas se impôs como Presidente da sua Assembleia Municipal, terminou garantindo à expetante assistência da cidade templária – a qual em noite de temporal ocupou a pitoresca estalagem colocada numa ilha fluvial bem no centro da cidade –, que o seu empenho na promoção e desenvolvimento da economia local será total.

Como gesto simbólico, ofereceu ao seu convidado uma amostra de doces tradicionais de Tomar, além de um kit de vinhos de produtores locais, designado de kit templário, numa iniciativa que teve a assinatura da vereação socialista na área do turismo em Tomar.




Foto Leonel Graça